Casos que eu preferia não contar

Bola de Natal, faltou o caminhãozinho

O design gráfico vem sendo castigado por uma verdadeira onda de merda como bem definiu o Mario Amaya. O vídeo abaixo define bem essa situação:

O vídeo me lembrou uma das diversas criações que já tive o desprazer de fazer:

Era época de Natal e o cliente havia pedido à agência um anúncio para sua loja de móveis. O briefing informava que a peça deveria ter “elementos natalinos”. Feita a criação retorna o atendimento:

– A peça foi aprovada, o cliente adorou, mas…
– Hum….
– Mas achou que estão faltando algumas bolas de Natal, só essas aqui no topo não estão “chamando a atenção” suficiente.
– Bolas de Natal?
– É… o cliente pediu para colocar muitas bolas de natal no fundo. E aí vai ficar perfeito!

Liguei o fodas e fiz a peça, o resultado ficou…extravagante. No exato instante em que estou terminando de colocar a última “bola de natal” o atendimento retorna:

– Aí, desculpa, esqueci de te falar uma coisinha… sabe o selo de entrega?
– (medo mode=on) Sei…
– A dona disse que não vai usar, ela quer que você coloque o desenho do caminhãozinho que o filhinho dela desenhou… tô aqui o desenho ó…

Não é de admirar que ao assistir o vídeo acima eu tive a mesma impressão do Mario. Seria engraçado se não fosse trágico.

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Opera Web Standards Curriculum

Teia de aranha congelada

A primeira vista o enorme volume de informação sobre Webstandards disponível na internet pode levar à falsa impressão de que trata-se de um aprendizado simples. Nem sempre é assim porque muitas vezes alguém realmente decidido a aprender pode não ser tão “autodidata” quanto se faz necessário nessas horas.

O que o pessoal do Opera software está fazendo, em conjunto com a rede de desesnvolvimento do Yahoo é compilar toda a informação necessária para aprender o “caminho das pedras” na construção de websites conforme as normas e boas práticas. Até aí nada de novo, o interessante é a forma como essa documentação está sendo apresentada no Opera web standards curriculum é uma seleção de 53 artigos (dos quais 23 estão no ar até agora) que cobrem todas as diretrizes das boas práticas separadas por seções que vão dese os primórdios do HTML passando pelo básico até a construção das páginas em si. Leitura obrigatória para todos, profissionais web ou não.

Merchanblogs, quem os merece?

Eu. Você eu não sei, mas eu mereço.
Ou pelo menos devo merecer porque não é possível. Todo blog que eu visito com frequência “razoável” tem a promoção da Knor, a promoção do Batman, a promoção do pen drive, a promoção da legenda na foto… agora blog “grande” se preza por ter “intervalos comerciais”, afinal de contas é esse o ganha-pão da turma, certo? Okeibois, nós, meros leitores mortais entendemos isso, mas entendam que enche o saco.

Por que tão sério? Porque ninguém merece isso em todo blog!

Sem querer querendo os problogueiros estão padronizando o conteúdo pelos comerciais, não importa se você está lendo um blog sobre carros, sobre comida ou sobre a opinião de alguém que se acha importante e consegue convencer os outros disso, as mesmas “propagandas” sempre estão lá.

Qualquer semelhança com o garoto das casas bahia (aquele que não adiantava mudar de canal, sempre estava lá pra perguntar quanto você queria pagar) não é mera coincidência. E não me venham com papo de “viral, ARG e PQP”, nova mídia de cu é rola, isso aí é o bom, velho e batido “testemunhal” com a perfumaria que o suporte permite . Nada a mais, nada a menos.

E os 43% restantes?

Automóvel para o brasileiro significa status.
Em são paulo 57% houve uma redução de 57% nos atendimentos após um mês de “lei seca”.
Esses atendimentos eram causadas pela combinação de bebidas alcoólicas e direção.
Os 43% restantes são “acidentes” causados por quem?
Os vídeos abaixo, sobre a “famosa” (quem dera) bicicletada dos pelados ajuda a esclarecer:

Via o sempre bom Apocalipse Motorizado