Página com título do artigo no blogger

Tutorial Blogger
O pessoal do blogger vem anunciando algumas mudanças bem bacanas, entre elas a possibilidade de ter páginas com o título igual ao título do artigo ao invés do “Nome do Blog: Título do artigo” tradicional. Essa pequena modificação é relevante porque aumenta as chances dos sistemas de busca indexarem o site (falando em bonitês: SEO)

Layouts now has a blog.pageName datum that gives the name of the current page without the “[Blog Name]: ” prefix that blog.pageTitle adds.

Segue um tutorial rápido e fácil para implementar essa nova tag e ser feliz.

Obviamente só é válido para o novo blogger (alguém aí ainda usa o antigo?)

Vá até a aba “Layout” e clique em “Edit HTML”
Importante: Faça um backup do seu código, se der caquinha você vai dar graças aos deuses por ter me ouvido.
Localize a linha:
<title><data:blog.pagetitle/></title>

Modifique toda essa linha por:

<b:include data='blog' name='all-head-content'/>
<b:if cond="data:blog.pageType == &quot;item&quot;">

<title><data:blog.pagename/></title>

<b:else>

<title><data:blog.pagetitle/></title>

</b:else>

</b:if>
Salve as modificações e teste.
Uma breve explicação sobre o significado do código:
A condicional “if” vai dizer ao blogger que quando o usuário estiver na página única do artigo ele deve mostrar apenas o título do artigo, e quando estiver na página inicial ele deve mostrar o nome do site, como sempre.
É isso aí, este foi o momento Nospherat do Bundario.

Update: Corrigi o código e agora deve funcionar corretamente.

Anúncios

Você não me acha muito inteligente, não é?

Impresso impresso? O´RLY?
É o que me vem a cabeça quando eu recebo um impresso que tem escrito “Impresso”.
Ou quando um governador candidato a pedófilo carinhoso tasca um beijo numa ninfeta e o secretário cascateiro me saí com uma pérola dessas:

“O governador estava apenas retribuindo o carinho de uma eleitora”

É pegar o nariz de palhaço e colocar bem no meio da sua fuça, sem dó nem piedade.
Quando um Fênomeno do futebol traça 3 travecos no motel, fica 3 horas com “elas” e depois força o choro dizendo:

“Eu sou totalmente heterosexual”

É carimbar seu atestado de burrice e ainda te dar um diploma reconhecido pelo MEC.

Quando um imbecil corrupto nobre senador tenta desacreditar uma ministra questionando o porque dela mentir sob tortura

Enfim, não, definitivamente eles não me acham muito inteligente.

Marcha da Maconha proibida: Al Ries e Jack Trout explicam

É difícil acreditar que a Maconha seja proibida no país onde o funk carioca é legalizado. Em tempo, os ricos continuam ricos, os pobres continuam pobres e todo mundo continua fumando maconha, que, se legalizada, vai fazer o número de agricultores no Brasil bater recorde.
Piadinhas à parte, os organizadores da “Marcha” erraram feio na hora de escolher um nome para o evento. Un poquito de Trout e Ries nessa hora é muito útil senhores.

Marketing é uma guerra mental. São as idéias que estão na cabeça das pessoas que determinam se um produto terá sucesso ou não.
Al Ries

Parece que o brainstorm do pessoal não funcionou muito bem, existem pelo menos 3,2 bilhões de nomes diferentes e mais agradáveis.
É besteira? Sim. Mas são essas pequenas besteiras que fazem a diferença, o nome “marcha” já dá uma excelente desculpa para que as “autoridades competentes” tentem impedi-lá. Há um “que” de militar nesse termo, vejamos:
Substantivo:

  1. Ato de Marchar
  2. Modo de andar de soldado
  3. Progresso

Trocando em miúdos, o significado da palavra “marcha” já ocupa um lugar de honra em nossas cabecinhas, desde crianças aprendemos que quem marcha é soldado cabeça de papel, que, por sinal, se não marchar direito amigo, vai preso no quartel.

Aí eu me pergunto: Todos os publicitários a favor da legalização da maconha mataram a aula sobre posicionamento (No meu caso foi ministrada em Português sabe deus que número)? Será que o nome marcha da maconha não deveria e poderia ser mais marketiado?
Muitos são os que argumentaram dizendo que a proibição da Marcha da Maconha é algo comparável à proibição da Parada do Orgulho Gay. Sinto muito informar mas as bichas são espertas e proibir alguma coisa que tenha a ver com o orgulho das pessoas é muito mais difícil que proibir uma marcha feita por civis.
Mesmo que a marcha tivesse outro nome, mesmo que fosse algo totalmente diferente do que foi ela seria liberada? Não há garantias. Mas seria uma tremenda ajuda se o nome não atrapalhasse.

Bicicletada em BH, eu fui

Toda última sexta-feira de cada mês ocorre em Belo Horizonte (e em uma penca de cidades no Brasil e no resto do mundo) a bicicletada. Resumindo:

A Bicicletada é um movimento no Brasil e em Portugal inspirado na Massa Crítica, onde ciclistas se juntam para reinvidicar seu espaço nas ruas. Os principais objetivos da Bicicletada são divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano.

Nós vivemos na sociedade do automóvel e isso é um fato. Assim como também é fato que essa sociedade é totalmente insustentável.

Eu sou um cara que tem uma relação incrível com bikes. Minha vida toda fui apaixonado pelas magrelas e juntar o útil ao agradável não foi sacrifício nenhum. Por outro lado convencer outras pessoas, que estão dentro de seus carros “engarrafados” de que existe uma solução para esse problema é um grande desafio. Por sinal, muitas pessoas nem encaram essa questão como um problema.

Pedalar no centro de uma cidade grande parece uma loucura. E é, mas daquelas loucuras boas. O ponto de vista muda, a persepção e o grau de interação com a cidade. Coisas que pude perceber:

  • O mote de bicicletada se resume em duas frases: “Somos trânsito” e “Um carro a menos”
  • O grau de estresse de pedalar no trânsito é infinitamente menor que o grau de estresse ao volante
  • A interação entre as pessoas que pedalam existe (vai dizer que você vê pessoas conversando umas com as outras nos carros)
  • Mesmo em uma cidade de relevo tão fudido difícil vocÊ percebe que é possível locomover-se
  • De bike é mais rápido, acredite. E se não acreditar, acredite nos fatos.
  • É barato, não poluí

E caso você esteja se perguntando, sim, sou eu na foto aí em cima. O que mais me marcou na participação deste movimento é a importância de agir, de não ficar só “falando” sobre assuntos e causas nas quais realmente acreditamos.
Mais fotos aqui. Outro relato da Bicicletada em BH aqui.