10 anos de XML

There is essentially no computer in the world, desktop, handheld, or backroom, that doesn’t process XML sometimes…

XML está completando 10 anos e o W3C quer que você participe da festa.
Envie seus cumprimentos através do site comemorativo e aproveite a oportunidade de ter um link para seu blog (baseado em XML, evidente) na página oficial dos 10 anos do XML.

Não sabe o que é XML? Tá bom, ninguém é perfeito e este post não era pra você mesmo.
Você pode voltar a assistir o BBBBBB agora ou quem sabe visitar sua página no orkut, que por sinal, é todo baseado em XML.

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Veja esta bomba!


Estou acabando a leitura do dôssie Veja, publicado pelo Luis Nassif. Basicamente o dôssie mostra, detalhadamente, o que todo mundo já sabia: A Revista Veja é um panfleto, um lixo que se denomina “revista”.

E aí não vai que o Bender tem a genial idéia de presentear a turma da Revista Veja com um digno e saudável bombardeio?

Então, revista Veja, veja esta bomba! Mas Veja mesmo! Veja agora!

Resumo do Resumo [2]

Pois é crianças, chegou a hora de mais um resumo do resumo:

Sabe de quem eu lembro quando vejo os “posts patrocinados” pipocando por aí?
Homer Simpson assistindo aos programas “ligue djá” na TV e dizendo: Uhu! Comerciais do tamanho de programas!

Linkei o AhTriNé aí em cima para exemplificar um post patrocinado.
Agora, vem cá, quando é que uma bicha gaúcha esperta vai lançar o AhBiNé? Tou dando essa dica de graça, se eu gostasse de cagar pra dentro já tinha registrado o domínio, e não daria dicas, daria outras coisas.

Estão acompanhando o Big Brother e seus guerreiros-heróis do paredão? Pois é, nem eu.

Pra quem é de Belzonte: Doação para o hospital da Baleia ou doação pro Hospital da Balela? Via Esparroman (um clone do Primo um blogueiro das antigas que só conheci por esses dias e ainda fiz por merecer um… err… esparro. Esses caras fazem a gente acreditar piamente que vida de consultor pode ser divertida.)

Viram a festa do Oscar? Pois é, nem eu.

Garboso Cardoso, o capo de tutti capi da Blogosfera caça-níqueis, morde e sopra os jornalistas. Taí um bloguista de peito. Uma hora ele é o Drummond, na outra ele é o Macaco Simão. Rarará!

Falando nos “istas” (Jornalistas, não Bloguistas), será que ninguém vai citar o nome e o partido político do Governador e do Prefeito de São Paulo nas reportagens “trágicas e realistas” sobre o caos em Sampa? Perguntar não ofende.

CPPC – Capítulo 2: A primeira corrida é uma caminhada!

Finalmente após um longo e teneboroso inverno nuclear (?) estou lançando o segundo capítulo do Como Perdi Peso Correndo.

Conhece o Pai Mei? Segue à risca os fundamentos ou será castigado! Esqueça disso. A primeira coisa que você deve saber é que paciência e dedicação são frutos da empolgação, e você só vai concordar comigo se tiver paciência para ler este texto até o fim. Eu disse isso? Sim, eu disse isso.

Veja bem, o problema de ser (ou estar, como preferir) gordinho não é nada comparado ao problema de um atleta profissional tentando diminuir seu tempo nos 10km em 20 segundos. O “pro” com certeza vai precisar de mais dedicação do que você.

Senão veja, eu sou uma morsa muito chateada por estar gordo e então entro no oráculo e procuro: como emagrecer correndo. Me deparo com uma resposta super completa, que me diz o que comer, o que não comer, quanto correr, porque correr em determinada freqüência cardíaca.

Agora que eu já emagreci e tenho uma familiaridade com os termos usados nesse texto, ele faz um enorme sentido para mim, mas ei, eu ainda sou uma morsa, e esse texto está muito chato para um ser como eu, eu quero emagrecer! Ao invés de ler um texto complexo e completo sobre corrida, você deveria estar correndo.

A primeira corrida, é uma caminhada!

Caso você comece a correr e se empolgue, a primeira corrida será para você como o primeiro sutiã para as garotas: Inesquecível. Não, você não vai sentir liberdade, tampouco vai se sentir magro, você nem mesmo vai conseguir se sentir quando terminar. O que você deve usar como motivação é o quanto você está sem fôlego, tenha raiva disso, essa é a melhor hora! Eu ainda tinha o adicional de ter estar começando o meu namoro, com uma garota linda, magra e felizmente muito compreensiva. Querer estar bem para quem você ama também ajuda um bocado.

Minha primeira corrida foi, como a maioria absoluta das primeiras corridas, curta. Durou no máximo 4 minutos, tempo no qual eu percorri impressionantes 500 metros. O lugar onde corri é uma imensa e longa reta de 2,5 km. Então o que fiz foi caminhar os 2 km restantes e depois voltar a mesma distância a pé. É pouco, mas eu garanto que fiquei com muita raiva de mim mesmo, “respeite sempre seu limite” mas volta e meia dê seta e ultrapasse ele.

E então no dia seguinte eu acordei super disposto a bater minha meta, certo? Não mesmo. Eu estava um bagaço e não me animei a botar o pé para fora de casa. Sem saber eu estava fazendo algo importantíssimo: descansando. Se você quer correr amigo, anote aí, você vai ter que aprender a descansar também.

Algumas semanas se passaram, dos 500m iniciais fui para o primeiro km, daí para os 2km foi um pulo. Nessa época meu irmão ficou empolgado com os resultados (sim, para quem está muito gordo os resultados da corrida aparecem rápido, você se sente “desinchado”) e passou a me acompanhar. Companhia para correr é algo maravilhoso, muito bom mesmo, se você puder, comece a correr junto com alguém, mas não se comprometa demais nem com o ritimo nem com a (des)empolgação do seu acompanhante. Vide o exemplo do meu irmão, que com a mesma velocidade que quis correr desistiu. Ok, obrigado pela companhia, mas eu tenho que emagrecer!

Passada essa primeira etapa comecei entrar num estágio das corridas que alguns profissionais do meio conhecem por ser um período de total e absoluto prazer ao correr.
Para pular o papo furado, minha opinião é que nessa fase você começa a sentir os efeitos de estar viciado nessa droga chamada endorfina.

Durante os meses seguintes a história foi a mesma, corrida. Apenas corrida. Nada de dietas, nada de remédios, só corrida. E foi assim que eu comecei a emagrecer, rapidamente e de um modo saudável.

Uma das coisas mais erradas que você jamais deve fazer é associar dietas radicais a uma rotina de exercícios. Isso não funciona, pense apenas em se controlar na comida mas não se preocupe se vez ou outra você não resistir às tentações das guloseimas da casa da Vovó.

A frase que mais ouvi na época que comecei a correr foi “Nossa, como você emagreceu!”.

10 meses se passaram e eu, no auge da minha empolgação, me deparo com o site aonde era possível se inscrever em uma corrida de 10km pelas ruas de BH. Fiz minha inscrição totalmente por impulso, sem ter me preocupado muito com o fato de que eu jamais tinha corrido 10km (embora eu nunca soubesse quantos KM tinha corrido pois naquela época o único equipamento de corrida que eu tinha era o par de tênis).

Uma corrida de rua é algo extremamente simples do ponto de vista do atleta amador (e põe amador nisso). É como um enorme treinamento coletivo, festivo e… sofrido. Sabe aquela história de que certas coisas são melhores percebidas quando vistas por um outro ângulo?
Pois bem, eu só pude perceber o benefício que todos aqueles meses de corrida tinham me feito quando recebi, na semana seguinte à corrida, a minha foto estilo “corredor-sofredor”:

Preciso falar mais alguma coisa? Sim, preciso. Mas fica pros próximos capítulos.

Tá com pressa? Vai de bike!

Bike Grafitada
Você sabe o que é um Desafio Intermodal?
Será que Chevrolet, VW, Fiat, Ford e empresas coreanas nipônicas chinesas em geral gostariam que você soubesse que na maioria (para não dizer em todos) os desafios intermodais o automóvel é disparado o meio de locomoção mais lento para se utilizar em uma grande metrópole no horário de pico?
Bem, isso considerando que cidades como São Paulo e Rio de Janeiro parecem sempre estar em horário de pico, não é mesmo?

Venho levando cada vez mais a sério a questão de mobilidade associada a bicicleta. Ao contrário dos carros, a bike é um meio notoriamente não poluente, rápido e que só não é mais seguro porque por alguma bizarra razão um sujeito “motorizado” insiste em afirmar sua superioridade perante aquele “ser pedalante” logo a frente.

Aliás, como todo peru-pequeno bom cidadão que se preze, o Brasileiro de um modo geral odeia ser ultrapassado, que dirá por uma bicicleta, que não deveria estar lá, atrapalhando a rua “dele”. Apesar disso é comprovado que a maioria dos acidentes envolvendo ciclistas é culpa dos próprios ciclistas. O Brasil carece (novidade!) de pessoas que entendam os mínimos conceitos de ciclo-cidadania e que, por consequência, saibam aplicar a direção defensiva.

O curioso é que quando comento com alguém do meu círculo social que a bicicleta pode ser uma alternativa ao automóvel, a esmagadora maioria se espanta e te encara com um belo WTF e responde como se aquilo fosse impossível, como se não estivesse ao alcance de sua realidade.
Para eles só tenho uma coisa a dizer: Tá com pressa? Vai de bike!